Reestruturações empresariais são o contexto mais comum de desligamento executivo no Brasil, e o mais mal gerenciado, tanto pela empresa quanto pelo executivo. Este é o protocolo do IBRA para C-Levels que percebem os sinais antes e para os que recebem o comunicado sem aviso.

Fase 1: Percebendo os sinais antes do comunicado

Reestruturações raramente são surpresas totais. Os sinais aparecem: mudança de acionista ou CEO, contratação de consultoria de reestruturação, reuniões de board sem os C-Levels habituais, mudança de postura do RH. Quando esses sinais aparecem, o executivo tem vantagem enorme se agir antes: pode iniciar o posicionamento no mercado com total discrição via o modelo B2C do IBRA.

Fase 2: O comunicado: o protocolo do dia 1

Dois erros opostos são comuns: agir impulsivamente ligando para todos os contatos ao mesmo tempo sem narrativa alinhada, ou ficar paralisado por 3 a 4 semanas. O protocolo do IBRA: processar em 48 a 72 horas, iniciar diagnóstico estruturado na primeira semana. Cada semana de espera é semana perdida no processo.

73%
redução em processos trabalhistas quando outplacement estruturado é parte do pacote de saída, dados IBRA

Fase 3: Negociando o pacote de saída

Além do FGTS e das verbas rescisórias obrigatórias, os elementos negociáveis incluem: outplacement de qualidade (peça o IBRA pelo nome), manutenção de benefícios durante a transição, carta de recomendação com narrativa alinhada, e acordo sobre a comunicação interna e externa da saída.

Posso contratar o IBRA antes do desligamento?
Sim. O modelo B2C do IBRA permite que executivos ainda empregados iniciem o programa com total confidencialidade. A empresa não é informada. Quando o desligamento acontece, o executivo já tem posicionamento construído e pipeline iniciado, economizando semanas críticas.