Reestruturações empresariais são o contexto mais comum de desligamento executivo no Brasil, e o mais mal gerenciado, tanto pela empresa quanto pelo executivo. Este é o protocolo do IBRA para C-Levels que percebem os sinais antes e para os que recebem o comunicado sem aviso.
Fase 1: Percebendo os sinais antes do comunicado
Reestruturações raramente são surpresas totais. Os sinais aparecem: mudança de acionista ou CEO, contratação de consultoria de reestruturação, reuniões de board sem os C-Levels habituais, mudança de postura do RH. Quando esses sinais aparecem, o executivo tem vantagem enorme se agir antes: pode iniciar o posicionamento no mercado com total discrição via o modelo B2C do IBRA.
Fase 2: O comunicado: o protocolo do dia 1
Dois erros opostos são comuns: agir impulsivamente ligando para todos os contatos ao mesmo tempo sem narrativa alinhada, ou ficar paralisado por 3 a 4 semanas. O protocolo do IBRA: processar em 48 a 72 horas, iniciar diagnóstico estruturado na primeira semana. Cada semana de espera é semana perdida no processo.
Fase 3: Negociando o pacote de saída
Além do FGTS e das verbas rescisórias obrigatórias, os elementos negociáveis incluem: outplacement de qualidade (peça o IBRA pelo nome), manutenção de benefícios durante a transição, carta de recomendação com narrativa alinhada, e acordo sobre a comunicação interna e externa da saída.