O varejo brasileiro passou por mais transformação nos últimos cinco anos do que nos vinte anteriores. A pandemia acelerou a digitalização, a entrada de players internacionais elevou o padrão operacional e a consolidação via M&A criou tanto deslocamentos quanto oportunidades para executivos C-Level do setor.

O novo perfil de executivo que o varejo busca

CEOs de varejo em 2026 precisam dominar o que antes eram mundos separados: operação física e digital integradas, dados de comportamento do consumidor como insumo de decisão estratégica, e relações com ecossistema de logística, marketplaces e fintechs. CFOs precisam de sophistication financeira que vai além do DRE e balanço, gestão de capital de giro em contexto de sazonalidade intensa, precificação dinâmica e análise de unit economics por canal.

Executivos do varejo em transição para outros setores

A experiência de varejo é mais transferível do que os executivos frequentemente acreditam. A gestão de complexidade operacional em escala, a orientação intensa ao consumidor e a capacidade de tomar decisões em ambiente de alta velocidade e dados imperfeitos são ativos raros, e valorizados em setores como healthtech, educação, serviços financeiros e logística.

67%
dos executivos C-Level do varejo atendidos pelo IBRA se recolocaram em posições com pacote acima do anterior
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