Executivos de multinacionais chegam ao mercado brasileiro de recolocação com um conjunto de ativos excepcionais, e frequentemente os subutilizam por não saber como traduzir experiência global para o vocabulário e as necessidades do mercado local.
O que é ativo e o que é obstáculo
É ativo: exposure a práticas de governance madura, processos de M&A e due diligence, gestão de times multiculturais, interface com headquarters global em inglês, e conhecimento de melhores práticas globais nas respectivas funções. É obstáculo quando não trabalhado: percepção de que o executivo "só trabalhou em multinacional e não sabe a realidade do mercado brasileiro", dificuldade de se ajustar a ambiguidade e informalidade maiores no contexto local, e pacote de remuneração anterior muito acima do mercado brasileiro que cria expectativas incompatíveis.
Como o IBRA trabalha o reposicionamento
O trabalho central é de tradução: como apresentar experiência global de forma que o mercado brasileiro entenda como vantagem para o contexto local. Um CHRO de multinacional que transformou a cultura de uma empresa de 40.000 funcionários em 12 países tem uma história poderosa: o IBRA ajuda a contá-la em termos que um board de empresa familiar em profissionalização entende como o que ele mais precisa.