Executivos de multinacionais chegam ao mercado brasileiro de recolocação com um conjunto de ativos excepcionais, e frequentemente os subutilizam por não saber como traduzir experiência global para o vocabulário e as necessidades do mercado local.

O que é ativo e o que é obstáculo

É ativo: exposure a práticas de governance madura, processos de M&A e due diligence, gestão de times multiculturais, interface com headquarters global em inglês, e conhecimento de melhores práticas globais nas respectivas funções. É obstáculo quando não trabalhado: percepção de que o executivo "só trabalhou em multinacional e não sabe a realidade do mercado brasileiro", dificuldade de se ajustar a ambiguidade e informalidade maiores no contexto local, e pacote de remuneração anterior muito acima do mercado brasileiro que cria expectativas incompatíveis.

Como o IBRA trabalha o reposicionamento

O trabalho central é de tradução: como apresentar experiência global de forma que o mercado brasileiro entenda como vantagem para o contexto local. Um CHRO de multinacional que transformou a cultura de uma empresa de 40.000 funcionários em 12 países tem uma história poderosa: o IBRA ajuda a contá-la em termos que um board de empresa familiar em profissionalização entende como o que ele mais precisa.

78%
dos executivos de multinacionais atendidos pelo IBRA se recolocaram em empresas nacionais com práticas de gestão acima da média do mercado
O IBRA tem dados de remuneração para comparar multinacionais e nacionais?
Sim. A base Apollo tem cobertura específica de Total Cash diferenciando empresas de capital estrangeiro e nacionais: o que permite ao executivo planejar expectativas de pacote com realismo e identificar quais elementos compensar na negociação.