A indústria brasileira está passando por uma transformação estrutural impulsionada por três forças simultâneas: automação e Indústria 4.0, nearshoring (relocação de produção de países asiáticos para Brasil e América do Sul), e pressão crescente por eficiência energética e ESG. Essa transformação criou um mercado executivo industrial diferente do que existia há cinco anos.

O que mudou no perfil executivo industrial

COOs de indústria em 2026 precisam navegar a coexistência entre processos tradicionais e automação crescente, sabendo quando e como introduzir tecnologia sem destruir o que funciona. CTOs industriais precisam de experiência específica em OT (Operational Technology) além de IT, sistemas de controle de produção, sensores IoT, manutenção preditiva. CEOs industriais precisam, cada vez mais, de capacidade de comunicar com investidores internacionais e navegar cadeias de fornecimento globais.

A oportunidade do nearshoring

O nearshoring está criando posições executivas específicas: CEOs e COOs de plantas industriais de empresas internacionais que estão relocando produção para o Brasil precisam combinar experiência industrial com capacidade de interface com gestão global. Esse perfil é escasso e bem remunerado.

22%
do PIB brasileiro: a indústria de transformação em processo acelerado de modernização tecnológica
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