O setor financeiro brasileiro é, ao mesmo tempo, o mais sofisticado em gestão executiva e o que tem as maiores divergências de cultura, processo e pacote entre seus subsetores. Um CFO de banco e um CFO de fintech habitam mundos diferentes, mesmo que ambos sejam "setor financeiro".

Bancos tradicionais: o que mudou

Bancos tradicionais passaram por reestruturações significativas nos últimos cinco anos, pressionados pela concorrência das fintechs e pela necessidade de digitalização acelerada. Isso criou deslocamentos de C-Levels, especialmente em funções de operação e tecnologia, e demanda por perfis que combinem experiência bancária com compreensão de tecnologia e agilidade.

Fintechs: o perfil mais demandado

Fintechs em crescimento buscam C-Levels que combinem competência técnica na função com cultura de startup e velocidade de execução. Para posições de CFO, o perfil mais valioso é quem já navegou regulação financeira e consegue construir a infraestrutura necessária para uma licença bancária ou IPO sem matar a cultura da empresa.

Gestoras: a dinâmica específica

Gestoras de investimento têm dinâmica de recrutamento altamente baseada em rede e reputação. Posições de CEO e CIO são raramente publicadas formalmente. O acesso ao mercado oculto via rede do IBRA é particularmente valioso nesse subsetor.

R$ 2,4 M
Total Cash médio de CEO no setor financeiro brasileiro em empresas acima de R$ 1B de ativos, dados Apollo IBRA 2025
O IBRA tem dados de remuneração para o setor financeiro?
Sim. A base Apollo tem cobertura extensa do setor financeiro, bancos, fintechs, gestoras, seguradoras e corretoras, com Total Cash por cargo, porte e subsetor. Acesse Alvo Salarial em apollo.ibrabr.com.br/alvo-salarial.