O processo de recolocação executiva para mulheres C-Level no Brasil tem especificidades que merecem estratégia própria, não como reconhecimento de limitação, mas como reconhecimento de que o mercado opera de forma diferente para esse perfil.

Os desafios reais

Dois desafios documentáveis afetam o processo de recolocação para mulheres C-Level no Brasil. O primeiro é a menor densidade de rede em posições de poder: em um mercado onde 68% das posições C-Level são preenchidas via rede direta, ter uma rede menor de decisores seniores (que historicamente são predominantemente homens) é uma desvantagem real, não uma percepção. O segundo é o viés na avaliação de liderança: pesquisas documentam que o mesmo comportamento de liderança é avaliado diferentemente quando exercido por homem versus mulher.

A oportunidade que poucos calculam

Empresas brasileiras com metas de diversidade de liderança, que incluem praticamente todas as empresas de capital aberto e multinacionais, buscam ativamente mulheres qualificadas para posições C-Level. O pool de candidatas com histórico de cargo equivalente é menor que o de homens, o que cria, paradoxalmente, um mercado mais favorável para mulheres bem posicionadas. O IBRA trabalha especificamente o posicionamento para aproveitar essa janela.

47%
das empresas do Ibovespa têm metas formais de representatividade feminina no C-Level em 2026
O IBRA tem consultores mulheres para atender mulheres executivas?
Sim. O IBRA tem sócias com trajetória executiva própria que conduzem programas de mulheres C-Level. Quando solicitado, o match entre consultora e executiva é feito intencionalmente.