Executivos que passaram décadas em empresas públicas e estatais enfrentam um desafio específico de recolocação: o mercado privado frequentemente subestima a experiência adquirida, e o executivo frequentemente subestima o que tem de valioso. Esse duplo equívoco é o que o IBRA trabalha no posicionamento.

O que o mercado privado subestima em executivos públicos

Gestão de orçamentos bilionários com accountability múltipla. Navegação de ambientes políticos complexos com múltiplos stakeholders. Expertise técnica profunda em setores regulados. Experiência com auditorias e controles que são referência de rigor. E em muitos casos, gestão de times de 10.000+ pessoas, algo que poucos executivos do setor privado já fizeram.

Como o IBRA constrói o reposicionamento

O reposicionamento narrativo foca em três elementos: evidência de resultado, projetos específicos com impacto mensurável, não apenas "responsável por" algo; linguagem de negócio, traduzir experiência pública para vocabulário que o setor privado entende; destino correto, empresas privadas com interface intensa com regulação e governo, onde a experiência em empresa pública é ativo, não desvantagem.

72%
dos executivos de empresas públicas atendidos pelo IBRA se recolocaram em setores privados regulados dentro de 12 meses
Executivos de Petrobras, Banco do Brasil, BNDES conseguem se recolocar no privado?
Sim, e o IBRA conduziu transições específicas de executivos dessas empresas para posições C-Level no setor privado. O mercado de energia privada (para ex-Petrobras), setor financeiro e fintechs (para ex-BB e BNDES) são os destinos mais frequentes e mais bem-sucedidos.