Executivos em transição frequentemente enfrentam um dilema: precisam se mover no mercado, mas não podem deixar que o mercado saiba que estão disponíveis, por razões políticas, porque ainda estão empregados, ou porque querem controlar o timing do anúncio.
Os três cenários de confidencialidade
Executivo ainda empregado: percebeu os sinais de reestruturação e quer se preparar antes do comunicado. O modelo B2C do IBRA permite isso com confidencialidade total: a empresa não sabe de nada. Executivo em início de processo: acabou de ser desligado mas não está pronto para que o mercado saiba, precisa de tempo para processar e preparar a narrativa antes de se expor. O IBRA trabalha as primeiras semanas em modo de diagnóstico interno, sem ativação externa. Executivo empregado querendo transição voluntária: quer mudar de empresa ou setor sem sinalizar abertura de forma ampla.
Como funciona a movimentação confidencial no mercado oculto
O IBRA acessa posições no mercado oculto de forma confidencial: apresenta o perfil do executivo a headhunters parceiros com instrução explícita de confidencialidade, sem mencionar a empresa onde trabalha até que o executivo autorize. O headhunter avalia o fit para posições que ainda não foram abertas formalmente e só revela a identidade do executivo quando há interesse mútuo real.