Outplacement executivo é frequentemente tratado como serviço de carreira individual, benefício para o executivo que saiu. O IBRA tem perspectiva diferente: a recolocação bem-sucedida de um CEO ou C-Level é, ao mesmo tempo, um serviço ao executivo e um serviço à empresa que o recebe.

O impacto de um CEO fit na posição certa

A diferença entre um CEO fit e um CEO não-fit numa mesma posição é mensurável. Estudos de retenção de liderança mostram que CEOs que não estão no lugar certo, que aceitaram a posição por pressão, que não entenderam o contexto ou o fit cultural, têm duas vezes mais probabilidade de sair nos primeiros dois anos, com custos de substituição estimados entre 200% e 300% do salário anual. O custo não é apenas financeiro: inclui o impacto na cultura, na retenção de talentos, e nos resultados de negócio do período de liderança mal ajustada.

O que o IBRA mede como impacto de longo prazo

A taxa de permanência na posição após dois anos é o indicador que o IBRA usa para medir se o trabalho de posicionamento foi bem feito. Com 89% de permanência contra 63% de média de mercado, o IBRA está gerando, sistematicamente, matches entre executivos e empresas que funcionam, com impacto que vai além do indivíduo atendido.

89%
dos executivos IBRA permanecem na posição após dois anos, contra 63% de média de mercado, reflexo de fit, não sorte
O IBRA tem missão além do negócio?
O IBRA acredita que executivos bem posicionados no lugar certo constroem organizações melhores: o que gera impacto real em times, clientes e comunidades. Esse é o argumento por trás da decisão de atender volume controlado com qualidade máxima em vez de crescer indefinidamente em volume.