O mercado de gestão de transição executiva, executive interim, está em crescimento no Brasil, impulsionado principalmente por fundos de private equity que precisam de liderança qualificada e rápida em portfolio companies, e por empresas em situação de crise ou M&A que precisam de CEO ou CFO com disponibilidade imediata.
Como funciona o mercado de interim no Brasil
Ao contrário de Europa e Estados Unidos, onde o mercado de interim executivo é institucionalizado com firmas especializadas, o Brasil ainda opera majoritariamente via rede de relacionamentos de PE, advisory e consultoria. Fundos de PE com portfolio de 5 a 20 empresas têm lista de executivos confiáveis disponíveis para posições interinas. Advisory firms de M&A indicam executivos para períodos de integração. E boards em crise ativam ex-executivos conhecidos para mandatos emergenciais.
Quando faz sentido para um executivo C-Level
Gestão de transição faz mais sentido para: executivos que querem flexibilidade após uma transição longa, executivos acima dos 55 anos que preferem ciclos mais curtos, e executivos com expertise específica em situações de pressão (turnaround, M&A) que têm maior valor em ciclos curtos do que em posições permanentes.