Empresas investem anos e recursos significativos construindo employer branding, programas de desenvolvimento, remuneração competitiva, cultura diferenciada. E então um desligamento executivo mal conduzido, narrativa imposta, tratamento que humilha em vez de preservar, comunicação que vaza antes do comunicado oficial, e parte desse investimento evapora em semanas.

O mecanismo de dano em 3 fases

Fase 1 · O executivo fala: para seu advogado, para pares, para headhunters, para o mercado informal de almoços e grupos de WhatsApp de lideranças. Esse círculo é pequeno mas forma exatamente a opinião de candidatos potenciais para posições C-Level. Fase 2 · O mercado ajusta sua percepção: nas conversas entre headhunters e candidatos, nas referências que circulam antes de processos formais. Fase 3 · O impacto se materializa: aumento do custo de atração e diminuição da qualidade do pipeline de C-Level.

64%
dos candidatos de alto perfil já recusaram avançar em processos após descobrir como a empresa trata executivos na saída

Framework IBRA de proteção em 4 elementos

Narrativa pactuada: a história da saída é construída com o executivo, não imposta a ele. Empresa e executivo alinham linguagem e comunicação conjunta. Dignidade no processo: conduzido com tempo adequado, liderança preparada e respeito à trajetória do executivo. Suporte real: outplacement de qualidade: um executivo bem apoiado na saída fala bem da empresa. Monitoramento pós-saída: acompanhamento do que está sendo dito no mercado sobre a saída, com capacidade de corrigir narrativas distorcidas antes que se solidifiquem.

Como o IBRA ajuda empresas com employer branding em saídas executivas?
O IBRA atua em duas frentes: (1) Assessment de Offboarding, diagnóstico gratuito de maturidade em 7 dimensões incluindo Marca Empregadora, disponível em apollo.ibrabr.com.br/assessment; (2) Programa B2B de outplacement, quando o executivo é bem suportado na saída, fala bem da empresa que o apoiou.