A transição de COO para CEO é uma das mais desejadas e mais mal executadas do universo executivo brasileiro. O problema não é de competência, COOs frequentemente têm todas as habilidades necessárias para o CEO. O problema é de narrativa: o mercado os vê como especialistas em operação, não como CEO em potencial.

Por que o mercado não "vê" o COO como CEO

O cargo de COO, por definição, reporta ao CEO e executa a estratégia que o CEO define. Isso cria uma percepção de mercado, reforçada por anos de posicionamento, LinkedIn, e forma de se apresentar, de que o COO é o melhor executor do Brasil, não o melhor estrategista. Para fazer a transição para CEO, essa percepção precisa ser ativa e deliberadamente revertida.

O que o IBRA faz para viabilizar essa transição

O diagnóstico de identidade executiva do IBRA começa por uma pergunta honesta: em que momentos você foi efetivamente CEO, tomando decisões estratégicas, não operacionais? A partir das respostas reais, o IBRA constrói a narrativa que reposiciona o COO como CEO em potencial: quais empresas se beneficiam mais de um CEO com background operacional profundo, como apresentar experiências de COO como formação de CEO, e como o LinkedIn reflete esse reposicionamento.

"Fui COO por nove anos. Queria o CEO mas ninguém me via assim. O IBRA mudou a narrativa que eu contava sobre mim mesmo. Três meses depois tinha minha primeira oferta de CEO."

, Ex-COO de manufatura, hoje CEO de empresa de médio porte

6-10 meses
tempo médio de transição de COO para CEO com suporte do programa Prime Strategy Executive do IBRA
Qual tipo de empresa é mais receptivo a contratar um ex-COO como CEO?
Empresas em crescimento acelerado que precisam de excelência operacional junto à visão estratégica, empresas em turnaround que precisam de um CEO que entenda profundamente a operação, e empresas familiares em processo de profissionalização onde o COO-CEO traz credibilidade em ambos os mundos.