O cargo de COO está passando por uma redefinição no mercado brasileiro. Empresas que antes não tinham COO, onde o CEO acumulava visão e operação, estão criando a posição conforme escalam. E empresas que tinham COO estão redefinindo o escopo conforme a IA transforma o que "operação" significa.

O COO em 2026: o que mudou

O COO tradicional gerenciava processos e times. O COO de 2026 gerencia a coexistência de processos humanos e sistemas de IA, decidindo o que automatizar, o que manter humano, e como medir a eficiência de operações híbridas. Isso criou demanda por um perfil de COO que combina excelência operacional tradicional com literacia em IA suficiente para tomar boas decisões de implementação.

Quando empresas criam a posição de COO

O IBRA observa três momentos típicos de criação da posição de COO: (1) empresa em scaling acelerado onde o CEO não consegue mais gerenciar operação e estratégia simultaneamente; (2) preparação para IPO, onde governança formal exige estrutura C-Level completa; (3) M&A onde a empresa adquirida tem COO e a adquirente decide manter a posição para gerir a integração.

40%
das empresas brasileiras com faturamento acima de R$ 300M criaram ou abriram a posição de COO entre 2023 e 2026
COO consegue se tornar CEO no mercado brasileiro?
Sim, com reposicionamento narrativo correto. O IBRA tem histórico de transições de COO para CEO bem-sucedidas. A chave é construir a narrativa que mostra ao mercado que o COO tomou decisões estratégicas, não apenas operacionais. Veja o artigo específico sobre a transição COO para CEO no blog do IBRA.