O CDO (Chief Digital Officer) foi um dos cargos mais criados no Brasil entre 2018 e 2023 · e um dos que mais está sendo dissolvido ou absorvido em 2024-2026. Entender essa dinâmica é fundamental para CDOs que estão em processo de recolocação.

O que aconteceu com o cargo

Empresas criaram CDOs como resposta urgente à necessidade de transformação digital, frequentemente como posição transitória para conduzir uma mudança específica. Quando a transformação se tornou contínua em vez de um projeto finito, as responsabilidades do CDO foram ou integradas ao CTO (em empresas onde tecnologia é core) ou distribuídas pela liderança (em empresas onde digital é meio, não fim). Em 2026, poucos grandes grupos brasileiros mantêm CDO como posição formal separada do CTO.

Como CDOs se reposicionam

O IBRA trabalhou com dezenas de CDOs em reposicionamento bem-sucedido. Os dois caminhos mais frequentes: CTO com agenda ampliada, onde a experiência de transformação do CDO é apresentada como o que diferencia um CTO convencional de um que entende o negócio; CEO de empresa em transformação digital, onde boards buscam exatamente um CEO que já conduziu esse processo antes, com cicatrizes reais de o que funciona e o que não funciona.

67%
dos CDOs atendidos pelo IBRA se reposicionaram como CTO ou CEO em vez de buscar novo cargo de CDO
O IBRA tem expertise em recolocação de CDOs?
Sim. O IBRA tem histórico de recolocação de CDOs em posições de CTO e CEO, com base de dados Apollo cobrindo Total Cash para esses cargos em contextos de transformação digital. O reposicionamento narrativo é o trabalho central nesse tipo de transição.