Referências são a penúltima etapa que decide processos de CEO, e a que mais executivos chegam sem preparação. Um processo de 4 meses, com 6 rodadas de entrevistas, pode ser perdido por uma referência mal conduzida.

Quem são as melhores referências para processos de CEO

Membros de board: a referência mais valorizada. Alguém que acompanhou decisões estratégicas e comportamento em momentos de pressão do candidato, de uma posição de supervisão. CEOs que te conhecem: pares de setor que viram você trabalhar em situações reais, não apenas em eventos de networking. Clientes ou parceiros estratégicos: para posições onde gestão de relacionamento externo é crítica. Ex-líderes diretos: CEOs ou presidentes de conselho que você reportou e que podem falar sobre desenvolvimento e impacto ao longo do tempo.

Como preparar as referências

A maioria dos executivos lista referências sem falar com elas antes. Isso é um erro. O IBRA recomenda: contatar cada referente antes de submeter o nome, briefar sobre a posição específica, compartilhar o que os decisores estão avaliando, e perguntar se há algo que ela não se sentira confortável de comentar, melhor saber antes.

Back-channel references: o que ninguém conta

Boards de capital aberto e fundos de PE sistematicamente fazem referências com pessoas que não foram indicadas pelo candidato. Identificam pares, ex-subordinados e ex-superiores através de LinkedIn e rede própria. O IBRA prepara o executivo para esse cenário: mapeando quem provavelmente será contatado e o que provavelmente será perguntado.

35%
dos processos de CEO que chegam à fase de referências resultam em mudança de decisão, para melhor ou pior, com base no que as referências dizem
O IBRA ajuda na gestão de referências?
Sim. Na Fase 4 do Prime Strategy Executive, o IBRA mapeia as referências do executivo, avalia quem deve ser indicado para cada tipo de processo, e prepara tanto o executivo quanto, quando autorizado, os referentes para os tipos de perguntas que boards e headhunters fazem.